EVANGELIZAR NO CORAÇÃO DO ESTADO DO AMAZONAS:
"Sou missionário, sou Povo de Deus; sou índio, caboclo mestiço, fazendo da vida a missão. Aqui nesta grande tapera da Igreja Amazônica sou mensageiro de um Deus que é irmão... Somos filhos da Igreja do Norte, missionários desta região. Formamos a comunidade nesta geografia que temos nas mãos. Aprendemos a ouvir a mensagem de um Deus que nos fala na brisa, nas águas, nas flores, no chão... Jesus Cristo nosso guia, anima o nosso caminhar; nos aponta o caminho certo e de braços abertos vem nos ensinar" (Manoel Neris, Manacapuru, Prelazia de Coari-AM)

quarta-feira, 18 de julho de 2012

COMEÇOU O NOVENARIO EM HOMENAGEM À SENHORA SANTANA, A PADROEIRA DA PRELAZIA DE COARI - 2012

Começaram no dia 17 de Julho de 2012 e vão até o dia 26 de Julho os preparativos para a Festa da Padroeira da Prelazia de Coari (AM), Senhora Santana. O tema do Novenário é: “Os Mandamentos da Lei de Deus” e está ligado às comemorações dos 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica. Durante o Novenario, cada dia, vai ser refletido um dos mandamentos do Decálogo. Na primeira noite aconteceu a solene abertura do Novenário com a presença de Dom Marcos Piatek, bispo da Prelazia de Coari. O pregador da primeira noite foi o Pe. João Batista de Almeida, CSSR, pároco da catedral, que falou sobre o Primeiro Mandamento do Decálogo: “Amar a Deus sobre todas as coisas”. Concelebraram também os padres Francisco Aureomar da Silva, CSSR e Marino Nerys, CSSR. Após a bonita liturgia, com a numerosa participação dos fieis, aconteceu o tradicional “Arraial da Paróquia”. O Novenário em homenagem à Senhora Santana é transmitido diariamente pelas ondas da Radio Educação Rural de Coari a partir das 19:00h. Todos são convidados a participar da mais importante festa da nossa prelazia!
  
























segunda-feira, 16 de julho de 2012

A 2ª AMPLIADA DA PJ DA PRELAZIA DE COARI EM MANACAPURU


Nos dias de 12 a 15 de Julho de 2012 realizou-se a 2ª Ampliada de 2012 da Pastoral da Juventude da Prelazia de Coari no MEB (Ministério e Evangelização de Base) da Paróquia de N. S. Nazaré em Manacapuru. Participaram cerca de 50 jovens representantes das PJ(s) da Prelazia de Coari, que refletiram, rezaram, trocando as experiências, avaliando e planejando as suas atividades evangelizadoras. Só faltaram os representantes da PJ da paróquia de Anamã. Além dos jovens e da coordenação prelatícia da PJ no encontro participam o Pe. Luiz Carlos, assessor eclesiástico da PJ da Prelazia de Coari e Dom Marcos Piatek, bispo da Prelazia de Coari. Compareceram também Pe. Raimundo C. Gordiano, Pe. Francisco José Lima (Zezinho) e o reitor dos missionários redentoristas Pe. Valter Freitas, CSSR. A ampliada da juventude terminou no domingo, dia 15 de Julho de 2012, com a bonita celebração eucarística às 09:00h presidida por Dom Marcos Piatek e concelebrada pelo Pe. Luiz Carlos, assessor eclesiástico da PJ na Prelazia de Coari e pároco em Caapiranga. Durante a celebração o Pe. Luiz Carlos deixou uma linda mensagem para os nossos jovens sobre a necessidade de evangelizar o mundo de hoje. Logo em seguida os jovens retornaram as suas respectivas paróquias. A todos que organizaram e acolheram os jovens nas suas famílias e comunidades o nosso agradecimento e oração! Para os nossos jovens continua hoje como nunca o apelo de Jesus Cristo:”Ide pelo mundo inteiro e pregai a boa nova a toda a criatura” (Mc 16,15).






























Dom Marcos Piatek participa dos festejos da padroeira na Comunidade N. Senhora Rosa Mística em Manacapuru.


No dia 14 de Julho de 2012 Dom Marcos Paitek, acompanhado pelo padre Valter Freitas, CSSR, presidiu a celebração eucarística na Comunidade Rosa Mística, que faz parte da Paróquia N. Senhora de Nazaré em Manacapuru. Na sua pregação abordou o tema da noite: “Nossa Senhora e o sacrifício em defesa da vida”. Além das pessoas da comunidade se tornaram presente, na Capela Flutuante, alguns representantes das outras comunidades da paróquia que vieram de barco. A celebração ficou muito bonita e animada fortalecendo a nossa fé e reforçando o nosso compromisso missionário para construir o Reino de Deus no meio daquela comunidade. Aos participantes e aos organizdores da festa o nosso parabéns!


































terça-feira, 10 de julho de 2012

DOM MARCOS PIATEK ASSESSORA O 31 ENCONTRO DOS JUNIORISTAS DA CSSR DO BRASIL - 2012


Nos dias de 09 a 10 de Julho de 2012, o bispo da Prelazia de Coari-AM, Dom Marcos Piatek, CSSR, assessorou o 31 Encontro dos Junioristas CSSR do Brasil, em Manaus, na Comunidade Crostarosa. O tema do encontro foi: “MISSÃO ALÉM FRONTEIRAS” e o lema: “Missionário Redentorista, tua vida é missão”. Dom Marcos abordou os seguintes temas ligados com a reestruturação e a missão da CSSR:
I – A missão alem fronteiras a partir de Jesus Cristo.
II – Santo Afonso e a missão alem fronteiras.
III – A missão alem fronteiras a partir dos Discípulos de Emaus.
IV – São Clemente M. Hofbauer e a missão alem fronteiras.
V – A missão alem fronteiras a partir de São Paulo e da Igreja (Documento de Aparecida e  Diretrizes da CNBB 2011-2015).
VI – São João Neumann e a missão alem fronteiras.
VII – A missão alem fronteiras na atualidade da CSSR.
O encontros dos junioristas CSSR do Brasil se realizou também em vista da missão deles nas comunidades ribeirinhas da paróquia de Canumã (11-15.07.2012), sob a coordenação geral do experiente missionário o Pe. Edson Ulanowicz, da Vice-Província de Manaus.

































DOM MARCOS PIATEK, CSSR, ORDENOU DOIS DIACONOS PARA OS MISSIONÀRIOS REDENTORISTAS DE MANAUS - 08.07.2012


No dia 08 de Julho de 2012, na Paróquia do Perpetuo Socorro, no bairro Educandos, em Manaus, onde trabalham os redentoristas da Vice-Província de Manaus, Dom Marcos Piatek, CSSR, ordenou dois novos diáconos redentoristas: Jander e Francisco Sebastião. Além dos pais, familiares, sacerdotes, religiosos\as e parentes, estavam presentes também numerosos missionários redentoristas, inclusive todos os junioristas redentoristas do Brasil. A igreja e o pátio da igreja ficaram superlotados de fieis vindos de Manus e das outras cidades do Amazonas. O telão externo facilitou a participação dos fieis. Após a Missa, que começou às 19:30h, houve uma bonita recepção para todos os participantes! 
Parabéns aos Missionários Redentoristas da V-Província de Manaus!





sábado, 7 de julho de 2012

10º Encontro dos Bispos da Amazônia em Santarém (PA) - 02-06.07.2012


Nos dias de 02 a 06 de Julho de 2012 foi realizado o 10º Encontro da Igreja na Amazônia, em Santarém (PA). Participarm do encontro os 40 bispos dos regionais Norte 1, Norte 2 e Noroeste da CNBB (Os estados do Pará, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Acre, Mato Grosso, Maranhão, Rio Grande do Norte). Além dos coordenadores de pastoral, leigos e religiosas das Dioceses e das prelazias desses Estado, participaram também o presidente da Comissão Episcopal para a Amazônia, Cardeal Cláudio Hummes e o Secretário Geral da CNBB, Dom Leonrdo Steiner. Estavam presentes também os representntes da Kirche in Not e da ADVENIAT. A Prelazia de Coari (AM) foi representada por Dom Marcos Piatek e pelo Pe. Agnaldo, coordenador prelatício da pastoral.

O 10ª Encontro da Igreja na Amazônia foi realizado no Seminário São Pio Décimo e destacou o tema: Cristo Aponta para a Amazônia. O evento foi uma celebração e avaliação da caminhada da Igreja na região nos últimos 40 anos, inspirada pelo Documento de Santarém (1972). Na celebração final do 10º Encontro da Igreja na Amazônia, realizada na sexta-feira, 06 de julho, foi divulgada a seguinte Carta ao Povo de Deus:


CARTA AO POVO DE DEUS
Irmãs e irmãos caríssimos em Cristo Jesus,
Povo de Deus na Amazônia,

“Não tenha medo, cotinue a falar e não se cale, pois eu estou contigo“ (At 18,9)

“Cristo aponta para a Amazônia“ lembrava o Papa Paulo VI aos bispos da Amazônia por ocasião de seu encontro em Santarém, de 24 a 30 de maio de 1972, marco indelével na história da Igreja desta grande região brasileira, habitada por povos de culturas e tradições tão diferenciadas do outro Brasil.

Expressamos nossa gratidão ao Deus da vida porque nestes 40 anos, não obstante nossas fragilidades, nossa Igreja tem anunciado Jesus Cristo ressuscitado, caminho, verdade e vida e tem marcado presença junto ao povo sofrido, sendo muitas vezes a voz dos povos indígenas, ribeirinhos, quilombolas, seringueiros e migrantes, nas periferias e em novos ambientes do centros urbanos animando as comunidades na reivindicação do respeito pela sua história e religiosidade. É também a vida destes povos, seu modo de viver, sua simplicidade, seu protagonismo, sua fé que nos encantam! Não faltou o testemunho de entrega da própria vida até o derramamento de sangue. Este testemunho nos anima, nos encoraja e nos fortalece. São também protagonistas religiosos e religiosas, pastorais, movimentos e serviços que tem sido uma força viva e atuante na realidade das nossas comunidades.
Constatamos avanços no campo social e político, com novos organismos de participação, conselhos de políticas públicas, participação nas campanhas por leis mais justas, aumento da consciência e engajamento na questão ecológica. No campo econômico, cresce o consumo e o poder aquisitvo embora nem sempre acompanhado do aumento da qualidade de vida. A vida na Amazônia continua sofrida.
Há séculos os povos da Amazônia gemem e choram sob o peso de um modelo de desenvolvimento que os oprime e exclui do “banquete da vida, para o qual todos os homens e mulheres são igualmente convidados por Deus“ (SRS 39). A Igreja ouve os gritos, às vezes desesperados, e se identifica com o seu clamor, conhece o seu sofrimento. Mais ainda, a Igreja declara que “as alegrias e esperanças, as tristezas e as angústias dos homens e mulheres, sobretudo dos pobres e de todos aqueles que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e angustias dos discípulos de Cristo“ (cf. GS 1).

As decisões sobre o desenvolvimento da Amazônia sempre são tomadas a partir de fora e visam unica e exclusivamente a exploração das riquezas naturais sem levar em conta as legítimas aspirações dos povos desta região a uma verdadeira justiça social. Quando Paulo VI declarava que “o desenvolvimento é o novo nome da paz“ (PP 87), não pensava num “crescimentismo“ meramente econômico, unilateral e excludente, mas convidava a todos os povos da terra a empenhar-se por um mundo justo, fraterno e solidário, na perspectiva do Reino que Jesus veio a anunciar “para que todos tenham vida“ (Jo 10,10).

Como quarenta anos atrás, a Amazônia continua sendo considerada a “colônia“, mesmo que abranja mais da metade do território nacional. Para a metrópole – Brasília, o sudeste e o sul do País – Amazônia é apenas “província“, primeiro província madeireira e mineradora, depois a última fronteira agrícola no intuito de expandir o agronegócio até os confins deste delicado e complexo ecossistema, único em todo o planeta. De uns anos para cá a “província“ recebeu mais um rótulo, sem dúvida o mais desastroso, pois implicará a sua destruição programada, haja visto o número de hidrelétricas projetadas para os próximos anos: a Amazônia é declarada a província “energética“ do País. Sob a alegação de gerar energia limpa se esconde a verdade de que mais florestas sucumbirão, mais áreas, inclusive urbanas, serão inundadas, milhares de famílias serão expulsas de suas terras ancestrais, mais aldeias indígenas diretamente afetadas, mais lagos artificiais, podres e mortos, produzirão gases letais e se tornarão viveiro propício para todo tipo de pragas e geradores de doenças endêmicas.

A história da Amazônia revela que foi sempre uma minoria que lucrava às custas da pobreza da maioria e da depredação inescrupulosa das riquezas naturais da região, dádiva divina para os povos que aqui vivem há milênios e os migrantes que chegaram ao longo dos séculos passados.

Santarém 1972: Encarnação na Realidade e Evangelização Libertadora

Como já em 1972, os bispos reunidos em Santarém de 2 a 6 de julho de 2012 não detectam apenas os mecanismos perniciosos responsáveis pela miséria dos povos e a devastação das florestas, mas os denunciam como responsáveis de gerar “ricos cada vez mais ricos às custas e pobres cada vez mais pobres“ (João Paulo II, Discurso inaugural de Puebla, 28 de janeiro de 1979) e de um meio-ambiente cada vez mais deteriorado. O “lar“ (em grego “oikos“ – daí a palavra “ecologia“) que Deus criou para todos nós não pode ser explorado até a exaustão, mas exige cuidado, zelo, amor, também em vista das futuras gerações. Os cientistas alertam sempre mais que a devastação da Amazônia terá consequências irreversíveis para o clima do planeta e se torna assim uma ameaça à vida e sobrevivência de toda a humanidade.

Em 1972 os bispos da Amazônia já identificaram graves feridas neste mundo de selvas e águas que atingiram violentamente os povos originários e tradicionais da região. Como 40 anos atrás, também hoje os bispos se entendem como mensageiros dos povos da Amazônia, profetas que vivem numa grande proximidade com Deus e ao mesmo tempo sintonizados com os acontecimentos históricos, homens de fé que „vêm da grande tribulação“ (Ap 7,14). Nestes nossos tempos, as feridas se tornaram chagas abertas que perpassam e sangram a Amazônia de fora a fora, causando cada dia mais vítimas fatais.

As prioridades da ação pastoral e evangelizadora apontadas em 1972 continuam atualíssimas. Até hoje uma formação adequada à essa região para ministros ordenados, mas também para leigas e leigos que dirigem as comunidades, é fundamental. Importa encarnar a Igreja no chão concreto da Amazônia. Quem exerce um ministério, ordenado ou não, participa do pastoreio de Jesus e está a serviço de seus irmãos e irmãs e quer exercê-lo na simplicidade do lava-pés e numa proximidade fraterna ao Povo de Deus.

As Comunidades Cristãs ou Eclesiais de Base tão recomendadas no Documento Santarém 1972 são expressão de uma Igreja viva e comprometida. Como os bispos já afirmaram em Manaus (2007), elas constituem um dom especial que Deus concedeu à Igreja na Amazônia. São obra do Espírito Santo. O que o Documento de Aparecida afirma, aplica-se de modo especial à Amazônia. As CEBs, diz o documento, “têm sido escolas que têm ajudado a formar cristãos comprometidos com sua fé, discípulos e missionários do Senhor, como o testemunha a entrega generosa, até derramar o sangue, de muitos de seus membros” (DAp 178). As CEB’s são também uma resposta válida e empolgante para o mundo urbano como resposta ao individualismo e a superficialidade do consumismo. Nas CEBs se vive a dimensão samaritana da compaixão ativa e interajuda, de um coração e mãos abertas para quem sofre ou passa necessidade, mas também a dimensão profética de anunciar continuamente a utopia do Reino e, ao mesmo tempo, denunciar todos os mecanismos e estruturas que impedem a chegada do Reino. É exatamente esta dimensão profética que gerou as e os mártires da Amazônia. As CEBs constituem-se em família das famílias onde todos se conhecem e querem bem, mas são também centros de oração e meditação da Palavra de Deus para nutrir a mística profunda da vivência na proximidade de Deus. Ele mesmo se revelou como um Deus-conosco e assegurou aos profetas, apóstolos, discípulas e discípulos: “Eu estarei contigo“ (cf. Ex 3,14; Js 1,9; Jr 1,19; At 18,9-10). Afinal “se Deus está conosco, quem será contra nós“ (Rom 8,31).

Santarém 1972 assume a questão indígena como causa de toda a Igreja na Amazônia. Lembra que no mesmo ano por iniciativa dos bispos, mormente dos da Amazônia, foi fundado o Conselho Indigenista Missionário – Cimi.
Os bispos talvez não imaginavam quarenta anos atrás o imenso apoio que sua decisão significava aos direitos e à sobrevivência de dezenas de povos indígenas na região amazônica que, sem o empenho intransigente da Igreja, teriam desaparecido. A presença solidária e o apoio incondicional à luta por seus direitos foi fundamental para que hoje a maioria dos povos indígenas da região tenha suas terras demarcadas. Foi também de enorme importância gerar uma consciência de respeito e valorização dos povos, suas culturas e seus projetos de “Bem Viver“. Dezenas de povos saíram do silêncio em que foram forçados a se ocultar para sobreviver. Ressurgiram das cinzas e estão lutando pelos seus direitos e suas terras. Alem disso a atuação corajosa dos missionários, selando seu compromisso através do sangue derramado pela vida desses povos, propiciou o surgimento de articulações e organizações dos povos indígenas, essenciais para a conquista de seus direitos e sua autonomia.
Os riscos de extermínio de vários grupos indígenas em estado de isolamento voluntário, exige um renovado compromisso com a sobrevivência de milhares de vidas e povos ameaçados de extinção.

Na perseverança salvareis vossas vidas (Lc 21,19)

Deparamo-nos hoje com uma verdadeira enxurrada de grandes projetos que os Governos querem implantar, seguindo a estratégia do “fato consumado“. Não há discussão, nem consulta popular que merecesse este nome. Decide-se e executa-se. Oponentes são criminalizados ou taxados de inimigos do progresso. Também os ribeirinhos, seringueiros, quilombolas, e outros povos tradicionais sofrem pela falta de reconhecimento suas terras.
A ética na política prometida à nação e esperada pelo povo brasileiro cedeu lugar a uma sequencia ininterrupta de escândalos de corrupção em todos os níveis governamentais.
Somado a estes desafios nos deparamos com a emergência do fenômeno urbano, com o inchaço nas periferias das grandes cidade, exploração sexual, tráfico de pessoas e de drogas, violência. Em vez de investimentos em políticas públicas de saneamento básico, saúde, educação e segurança, o Estado prioriza políticas compensatórias, apoia e incentiva o grande capital, investe na construção de estádios monumentais e outras obras faraônicas.
“Podem roubar-nos tudo, menos a esperança” (D. Pedro Casaldáliga). No caminho de “Santarém”, novamente nos lançamos nas estradas e rios, nas aldeias e quilombos, nos interiores e periferias das cidades, nos grandes centros urbanos desta imensa Amazônia, abraçando a Missão que nos foi confiada, comprometidos com toda a criação e na busca de sermos autênticas comunidades de fé alimentadas pela Palavra e pela Eucaristia. Nesta hora da história o nosso coração às vezes, se angustia por causa de tantas dificuldades que nos desafiam, aparentemente insuperáveis; no entanto, continuamos a ser chamados e enviados como missionários e profetas para alimentar a esperança, como âncora firme e segura (cf Hb 6,19), de um mundo novo, inaugurado por Jesus Cristo Crucificado e Ressuscitado.



























domingo, 1 de julho de 2012

PARÓQUIA DE S. PEDRO EM COARI CELEBRA A FESTA DO SEU PADROEIRO - 29.06.2012


A Paróquia de S. Pedro e S. João Batista em Coari, cujo pároco é o Pe. Edinaldo dos Santos, celebrou bonita festa do seu Padroeiro, o glorioso S. Pedro. A partir da 17:00h saiu do porto de Coari a procissão fluvial com a imagem de S. Pedro. A imagem, que veio em cima do trio elétrico da matriz de São Pedro, foi colocada no barco Tupinambá. Havia muitas canoas rabetas, barcos e lanchas. Um espetáculo de fé e beleza! Para facilitar a participação daqueles que não tinha o transporte próprio foi colocada à disposição dos fieis a balsa “Pai e Filho” para 400 pessoas! Ainda no porto o Pe. Edinaldo, acompanhado pelo bispo da Prelazia de Coari, Dom Marcos Piatek, abençoou todos os pescadores e as suas embarcações! Depois de quase uma hora de procissão fluvial chegamos até a olaria onde nos esperava muita gente, o trio elétrico, com uma animação do Pe. Agnaldo, reitor do Seminário Santana. A procissão terrestre terminou na praça da matriz de São Pedro onde Dom Marcos presidiu a solene Missa campal, concelebrada pelos padres Edinaldo e Agnaldo. A celebração litúrgica, que contou como a participação de muita gente foi bem preparada pelos paroquianos, terminou com a benção e um animado arraial. Foi um momento bonito para louvar a Deus pela intercessão do glorioso São Pedro. Parabéns à Paróquia de São Pedro por este momento bonito e forte de evangelização!