EVANGELIZAR NO CORAÇÃO DO ESTADO DO AMAZONAS:
"Sou missionário, sou Povo de Deus; sou índio, caboclo mestiço, fazendo da vida a missão. Aqui nesta grande tapera da Igreja Amazônica sou mensageiro de um Deus que é irmão... Somos filhos da Igreja do Norte, missionários desta região. Formamos a comunidade nesta geografia que temos nas mãos. Aprendemos a ouvir a mensagem de um Deus que nos fala na brisa, nas águas, nas flores, no chão... Jesus Cristo nosso guia, anima o nosso caminhar; nos aponta o caminho certo e de braços abertos vem nos ensinar" (Manoel Neris, Manacapuru, Prelazia de Coari-AM)

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Dom Marcos Piatek participou da 37ª Assembleia de Pastoral Familiar em Brasília: Abril de 2013



Nos dias 26, 27 e 28 de abril de 2013 aconteceu em Brasília (DF) a 37ª Assembleia da Pastoral Familiar. O evento contou com a presença dos bispos referenciais da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Família da CNBB, encabeçado por Dom João Carlos Petrini, bispo de Camaçari (BA) e Presidente da CEPVF e pelos coordenadores dos 17 Regionais da CNBB. O Regional Norte 1 da CNBB foi representado por dom Marcos Piatek, bispo de Coari (AM). A Assembleia teve início com a celebração de Missa presidida pelo arcebispo de Brasília, dom Sérgio da Rocha na Paróquia Santíssimo Sacramento, em Brasília.
No primeiro dia do encontro o assessor do Setor Vida, Pe. Rafael Fornasier expos o tema central da 51ª Assembleia dos Bispos “Comunidade de Comunidades: Uma nova paróquia”. Fomos incentivados a uma ação evangelizadora focada nas pequenas comunidades de família. Um casal sozinho, até bom, facilmente se perde no mundo atual. Precisa formar grupos – comunidades de famílias.
O assessor do Setor Família, Pe. Wladimir Porreca abordou tema “A família em segunda união”, que é objeto de trabalho da Comissão no ano de 2013.
No sábado os representantes dos regionais aprovaram o tema para o ano de 2014 que será “A espiritualidade na família e o desafio de implantar as comissões de vida”. Durante o ano de 2014 devemos dedicar ao Pré-matrimônio. Nos dias 26 a 28 de Setembro de 2014 se celebrará o 14º Congresso Nacional da Pastoral Familiar em São Luís-MA. E no domingo a Assembleia teve orientação particular e especial do Núncio Apostólico no Brasil, dom Giovanni D’Aniello, durante a celebração eucarística.
Durante a 37ª Assembleia foram apresentados vários matérias dos quais vale a pena lembrar e adquirir:
1. “Hora da Família para 2013: A transmissão e educação da fé crista na família”. Trata-se de um valioso subsídio para a Semana da Família que acontece no mês de agosto com 07 temas-celebrações muito interessantes e atuais. A “Hora da Família” pode ser usada com muita propriedade e proveito nas nossas famílias, comunidades, pastorais e escolas!
2. “Cristo nos ensina a amar. 30 perguntas para acertar na aventura mais importante da vida”. É uma bonita publicação do Pontifício Instituto João Paulo II que aborda os 30 temas para a vivência do afeto, da sexualidade, do vinculo matrimonial, da maternidade e da paternidade,etc.
3. “Revista Vida e Família”. É uma publicação trimestral da Comissão Nacional da Pastoral Familiar, que deveria acompanhar todos os grupos da Pastoral Familiar nas nossas paróquias e comunidades.
Todas essas publicações e muitas outras podem ser adquiridos diretamente na sede da Pastoral Nacional da Pastoral Familiar: Site: www.cnpf.org.br; E-mail:secren@cnpf.org.br ou Tel:(061) 3443-2900
Durante a 37ª Assembleia da Pastoral Familiar foram apresentados os calendários para o ano 2014 e 2015:
Calendário 2014
14 a 16 de março - Encontro Nacional:  Pré-matrimônio 1 - São Paulo
28 a 30  de março- 38ª Assembleia Nacional da Pastoral Familiar – Brasília
15 de Maio - Dia Internacional da Família - Paróquias e Dioceses
24 de Maio - 4º Simpósio Nacional da Família –
25 de Maio - 6ª Peregrinação Nac. da Família( (Feira) - Aparecida – SP
06 a 08 de junho - Encontro de Espiritualidade da Família - São Paulo
12 de Junho - Abertura da Copa do Mundo – Brasil
13 de Julho - Encerramento da Copa do Mundo – Brasil
25 a 27 de julho - Encontro Nacional: Pré-matrimonial 2 - São Paulo
01 a 03 de agosto - Encontro Nacional de Estudos -  á definir
10 a 16 de Agosto - Semana Nacional da Família - Paróquias e Dioceses
25 de setembro - Encontro Nacional dos Assessores - São Luís- MA
26 a 28 de Setembro - 14º Congresso Nacional da P. Familiar - São Luís-MA
01 a 07 de Outubro - Semana Nacional da Vida - Paróquias e Dioceses
03 a 05 de outubro - Encontro Prep. para o Encontro Mundial - São Paulo
08 de Outubro - Dia Nacional do Nascituro - Paróquias e Dioceses
17 a 19 de outubro - Encontro Nacional: Pré-matrimonial 3 - á definir
21 de outubro - Dia da valorização da família - Paróquias e Dioceses
07 a 09 de Novembro - Encontro de Espiritualidade da Família - São Paulo
11 a 13 de Novembro - Encontro Nacional de Estudos Bispos e Padres - São Paulo
08 de dezembro - Dia Nacional da Família - Paróquias /Dioceses
28 de Dezembro - Festa da Sagrada Família - Paróquias/ Dioceses

Calendário 2015
20 a 22 de fevereiro - Encontro Nacional:  Pós-matrimônio 1 - São Paulo
13 a 15 de março - Encontro Prep. para o Encontro Mundial - São Paulo
27 a 29 de março - 39ª Assembleia Nacional da Pastoral Familiar – Brasília
15 de Maio - Dia Internacional da Família - Paróquias e Dioceses
23 de Maio - 5º Simpósio Nacional da Família
24 de Maio - 7ª Peregrinação Nac. da Família (Feira) - Aparecida – SP
12 a 14 de junho - Encontro Nacional:  Pós-matrimônio 2 - São Paulo
03 a 05 de julho - Encontro Nacional:  Pós-matrimônio 3 - São Paulo
01 a 02 de agosto - Encontro Nacional de Estudos - São Paulo
09 a 15 de Agosto - Semana Nacional da Família - Paróquias e Dioceses
01 a 07 de Outubro - Semana Nacional da Vida - Paróquias e Dioceses
08 de Outubro - Dia Nacional do Nascituro - Paróquias e Dioceses
21 de outubro - Dia da valorização da família - Paróquias e Dioceses
06 a 08 de Novembro - Encontro Nacional da Pastoral Familiar - São Paulo
10 a 12 de Novembro - Encontro Nacional de Estudos Bispos e Padres - São Paulo
08 de dezembro - Dia Nacional da Família - Paróquias /Dioceses
27 de Dezembro - Festa da Sagrada Família - Paróquias/ Dioceses

quinta-feira, 9 de maio de 2013

FALECEU A IRMÃ JOVITA STENGER, FSM



O Rev. Pe. Eduardo Vella, CSSR, que durante vários anos trabalhou no Amazonas, nos informou que a Irmã Jovita Stenger, FSM, veio a falecer. O fato ocorreu no dia 08 de Maio de 2013, às 18:00h, em Saint Louis, USA. Conforme a informação da Irmã Vicki, FSM, a Irmã Jovita Stenger, FSM, estava bem durante o dia. Pala manhã ela atendeu uma conferência chamada “Viver bem para morrer bem”. Mais tarde ajudou com a comunhão durante a santa Missa. Á tarde, durante uma festinha das freiras, se levantou para cantar com as três irmãs e de repente caiu no chão e morreu. Irmã Jovita Stenger, FSM, era a irmã do Pe. Pascoal Stenger, CSSR.
A Irmã Jovita veio pela primeira vez para a Amazônia no período de 18.12.1984 a 10.01.1985, com mais duas irmãs da Congregação das Irmãs de Santa Maria da Terceira Ordem de São Francisco e fizeram uma visita a Prelazia de Coari e a Prelazia de Borba. Em 02 de outubro de 1986 as Irmãs Mary, Jovita e Vicki chegam a Manacapuru.
As três religiosas deixaram um legado de doação e amor muito grande na Prelazia de Coari. No dia 02.06.2004 a Câmara de  Vereadores em Manacapuru, concedeu  o Titulo de Cidadã Benemérita as Irmãs: Mary Antoinette Stenger, Jovita Marie Stenger, e a Victoria Augusta Ewers “pelos relevantes serviços prestados a ociedade  manacapuruense”. Em 04 de Junho de 2004, depois de quase 18 anos de uma fecunda evangelização (Pastoral da Criança e Pastoral da Saude), as Irmãs sairam de Manacapuru, com destino a Manaus e Estados Unidos.
Nesses dias enviamos, para a Irmã Jovita e as suas companheiras da missão na Prelazia de Coari, o convite para a Abertura do Ano Jubilar dos 50 anos da Prelazia de Coari, que acontecerá no dia 21 de Julho de 2013 em Manacapuru. Agora ela vai rezar da Casa do Pai pela nossa Prelazia! Mas também nós queremos rezar por ela: Dai-lhe, Senhor, o descanso eterno. E brilhe para ela a vossa Luz. Descanse em paz! Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai.

domingo, 5 de maio de 2013

MAIO, MÊS DE MARIA : 2013



O mês de maio é o mês dedicado a nossa devoção a Maria, a Mãe de Jesus e da Igreja. Celebramos em maio três festas importantes, dedicadas a Maria: dia 13, Nossa Senhora de Fátima; dia 24, Nossa Senhora Auxiliadora, e dia 31, a Visitação de Maria a sua prima Isabel. Desde o início da evangelização do Brasil, Nossa Senhora teve uma grande presença na formação e na vivência cristã do nosso povo. Pode-se dizer que a nossa cultura tem raiz cristã e mariana. Basta observar quantas dioceses, paróquias, cidades, vilas, bairros, serras, rios, colégios, empresas, pessoas trazem o nome da Mãe do Céu, para perceber o quanto o nosso povo, venera e ama a Virgem Maria.
Conforme os dados históricos desde o séc. V a Igreja do Oriente canta os seus louvores a Maria. As pessoas se reúnem nas casas ou nas ruas para cantar os cantos marianos. As pessoas se reúnem ao redor das estatuas de Maria para louvar a Deus. No paganismo antigo, no mês maio se honrava a deusa da vegetação “Flora Máter”. Os primeiros cristãos diziam que aquela que merece ser venerada por “todas as gerações” (Lc 1,48) é a Imaculada Mãe do Filho de Deus!
Na Igreja do Ocidente o mês de maio ganhou força com o rei da Espanha, Afonso X (+1284), o Sábio. O rei convidava os seus amigos para louvar a Maria na sua residência. O rei convidava os seus súditos para se reunirem de tardinha para louvores a Maria. O bem aventurado dominicano Enrique Suzo (+1366) lembrando a sua infância dizia que no mês de maio, junto com outras crianças tinha o costume de colher as flores e oferecê-las a Nossa Senhora. As vezes eles faziam de flores as coroas e coroavam a Nossa Senhora. Esta devoção individual e familiar vai crescer e se tornar mais oficial. Das ruas e casas vai para os templos.
Em 1549 foi publicado na Alemanha um livro intitulado “O Maio espiritual” onde se fala pela primeira vez do Mês de Maio! São Filipe Neri (+ 1595) juntava as crianças ao redor das imagens ou estatuas de Maria, cantando e oferecendo flores a Maria. Convidava os adolescentes a oferecer a Maria as boas obras e bons propósitos. Os noviços dominicanos no séc. XVII, na Itália, no mês de maio se reuniam diante da imagem de Maria cantando e fazendo bons propósitos. O verdadeiro criador do Mês de Maio é o jesuíta italiano Pe. Ansolani (+1713). Foi ele que organizava, durante o mês de maio, na capela real em Nápoles, os concertos marianos, que terminavam coma benção do Santíssimo Sacramento. Em 1456, o papa Calisto III ordenou que os sinos das igrejas tocassem três vezes ao dia - ao amanhecer, ao meio-dia e às seis da tarde - exortando os cristãos a rezarem o Ângelus como forma de pedir a intercessão à Virgem.
A parte central da celebração do Mês de Maria é o canto da Ladainha chamada de Loretana. Ladainha, do grego litaneuein e do latim litania, significa 'pedir insistentemente'. Trata-se de um tipo de rogação responsorial, usada tanto em funções litúrgicas quanto em devoções particulares. A popularidade da Ladainha Loretana remonta ao século XVI e ao Santuário da Anunciação em Loreto (próximo a Ancona, Itália), para onde, segundo uma tradição piedosa, os anjos teriam milagrosamente transportado a casa em que residiu Maria Santíssima. A Ladainha Loretana na sua maioria é composta por um conjunto de invocações estritamente bíblicas. Sob vários pontificados, entretanto, foram sendo acrescidas novas invocações, motivadas por dogmas definidos pela Igreja, por situações particulares pelas quais passava o mundo e mesmo por devoção especial dos papas. Assim, Leão XIII (+1903) acrescentou “Rainha concebida sem pecado original”, em virtude do dogma da Imaculada Conceição (promulgado em 1854). Pio X (+1914) acrescentou a invocação “Mãe do bom conselho” e Bento XV (+1922) a invocação “Rainha da Paz”, em virtude da I Guerra Mundial. Pio XII (+1958), após a proclamação solene do dogma da Assunção de Nossa Senhora, acrescentou o título “Rainha assunta ao céu”. Após o Concílio Vaticano II, Paulo VI (+1978) acrescentou a invocação “Mãe da Igreja”, enquanto João Paulo II (+2005) a invocação “Rainha da família”.
O Papa Pio VII foi o primeiro Sucessor de São Pedro a conferir ao mês de maio especiais indulgências, em 1815. Os papas posteriores vão confirmar esta devoção mariana. Por exemplo, em 1897 o Papa Leão XIII, estabeleceu, ao lado do mês de maio, também o mês de outubro como um mês mariano. O papa dizia: “Depois de havermos dedicado a esta divina Mãe o Mês de Maio com o dom das nossas flores, consagremos-lhe também, com afeto de singular piedade, o Mês de Outubro, que é mês dos frutos (o Mês do Rosário)”.
Às vezes, nós católicos, somos criticados pelo culto que prestamos a Maria. Há quem diga que somos “adoradores”, ou que “idolatramos” imagens. Sabemos que isto não é verdade e temos plena consciência que somente a Deus prestamos adoração. A Maria  dedicamos um culto, uma devoção, que se dirige a Ela e não a uma imagem. Esta devoção está fundamentada no papel singular que Ela desempenhou e desempenha na história da salvação ao ser escolhida para ser a mãe do Filho de Deus, Jesus Cristo. Por isso tem a razão o grande devoto de Maria, Santo Afonso Maria de Ligório quando diz: um devoto de Maria não se perde!
O Pe. Zezinho nos deixa uma bonita lição a respeito da devoção a Nossa Senhora, numa música intitulada “Senhora e Rainha”:

O povo te chama de Nossa Senhora
Por causa de Nosso Senhor
O povo te chama de Mãe e Rainha
Porquê Jesus Cristo é o Rei do céu
E por não ti ver como desejaria
Te vê com os olhos da fé
Por isso ele coroa a tua imagem Maria
Por seres a mãe de Jesus
Por seres a mãe de Jesus de Nazaré


Como é bonita uma religião
Que se lembra da mãe de Jesus
Mais bonito é saber quem tu és
Não és deusa, não és mais que Deus
Mas depois de Jesus, o Senhor
Neste mundo ninguém foi maior

terça-feira, 30 de abril de 2013

Mensagem da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil para o Dia do Trabalhador: 01.05.2013




Meu Pai trabalha sempre, e eu também trabalho (Jo 5,17)

Ao celebrar o dia do Trabalhador e da Trabalhadora, a CNBB manifesta seu apoio aos que pelo trabalho contribuem na construção de um mundo melhor. O trabalho tem uma dimensão que vai além da produção de riquezas. É o processo de humanização da pessoa e do mundo. Ele “comporta em si uma marca particular do homem e da humanidade, a marca de uma pessoa que atua numa comunidade de pessoas; e uma tal marca determina a qualificação interior do  próprio trabalho e, em certo sentido, constitui a sua própria natureza” (Laborem Exercens 1).

Saudamos com alegria especial os empregados domésticos que, após grande esforço, têm reconhecidos pelo Congresso Nacional seus direitos, no mesmo regime de outros ramos de atividade, com a aprovação da PEC 66/12. Esta vitória implica agora a necessidade de vigilância para que o preceito legal seja cumprido integralmente.
Causa-nos preocupação o grande número de pessoas em situação de trabalho análoga à escravidão, nas atividades rurais e urbanas, especialmente migrantes e imigrantes.  Esta violação à dignidade humana precisa ser coibida e punida com severidade. Um sistema produtivo que desconsidera a centralidade da pessoa, priorizando o lucro e o acúmulo de bens, peca contra a dignidade humana.  Reiteramos o apelo ao Estado brasileiro para que se comprometa efetivamente na defesa e proteção das pessoas vitimadas e também dos que combatem este mal, e que crie políticas públicas que ataquem os fatores geradores: a miséria e a impunidade.
Neste ano em que a Campanha da Fraternidade tratou do tema da Juventude lembramos as condições ainda difíceis pelas quais passa a maioria dos nossos jovens em relação ao trabalho: desemprego, baixa renumeração, condições de trabalho precárias, informalidade, necessidade de conciliar estudos e trabalho e a alta taxa de rotatividade. A sociedade tem a missão de dar à juventude as condições para o pleno desenvolvimento dos seus dons e potencialidades, incluído o que se refere à atividade produtiva. É importante aprofundar a política governamental de incentivo ao primeiro emprego para os jovens.
Lembramos à classe trabalhadora a importância da atenção para a preservação dos seus direitos, garantidos constitucionalmente, especialmente a seguridade social. Os constantes processos de desonerações do chamado setor produtivo, operados pelo governo, não podem implicar em perdas para os trabalhadores e trabalhadoras.
A CNBB convida a todos os trabalhadores e trabalhadoras a continuarem colaborando no aperfeiçoamento da obra da criação, na busca de relações justas e solidárias no mundo do trabalho e na sociedade.
Que São José Operário acompanhe e proteja a todas as famílias trabalhadoras do Brasil.
Brasília-DF, 1º de maio de 2013

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB


Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Vice-Presidente da CNBB


Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB